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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Cicatrizez Mentais - Obra de Rosangela Lucena, 2017


Muitas mulheres são e estão sendo violentadas neste exato momento, mundo afora. Meninas , mulheres , moças vitimas por simplesmente serem mulheres.
 Mulheres, moças e meninas que desde a infância sofrem violência física, verbal, emocional por aqueles que deveriam zelar por elas. São tantas considerações a serem relatadas, analisadas... 
Onde vamos parar?








Exposição: O Choro das Inocentes


Um projeto com força e forma  da mulher, que continua sofrendo calada, seus fantasmas diários com as varias formas de violência domestica, psicológica, econômica, patrimonial. Isto, ou , quando após uma grande luta e sofrimento desfaleceu através das mãos do seu opressor.







Abstract


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

CARNAVAL NO BRASIL

HISTÓRIA DO CARNAVAL NO BRASIL

Com raízes históricas no período colonial, o Carnaval tornou-se uma lucrativa atividade comercial no século XX.
  • Início da prática do carnaval no Brasil: o entrudo

A história do carnaval no Brasil iniciou-se no Período Colonial. Uma das primeiras manifestações carnavalescas foi o entrudo, uma festa de origem portuguesa que, na colônia, era praticada pelos escravos. Estes saíam pelas ruas com seus rostos pintados, jogando farinha e bolinhas de água de cheiro nas pessoas. Tais bolinhas nem sempre eram cheirosas. O entrudo era considerado ainda uma prática violenta e ofensiva, em razão dos ataques às pessoas, mas era bastante popular.
Isso pode explicar o fato de as famílias mais abastadas não comemorarem com os escravos, ficando em suas casas. Porém, nesse espaço, havia brincadeiras, e as jovens moças das famílias de reputação ficavam nas janelas jogando águas nos transeuntes.
Por volta de meados do século XIX, no Rio de Janeiro, a prática do entrudo passou a ser criminalizada, principalmente após uma campanha contra a manifestação popular veiculada pela imprensa. Enquanto o entrudo era reprimido nas ruas, a elite do Império criava os bailes de carnaval em clubes e teatros. No entrudo, não havia músicas, ao contrário dos bailes da capital imperial, onde eram tocadas principalmente as polcas.
A elite do Rio de Janeiro criaria ainda as sociedades, cuja primeira foi o Congresso das Sumidades Carnavalescas, que passou a desfilar nas ruas da cidade. Enquanto o entrudo era reprimido, a alta sociedade imperial tentava tomar as ruas.
  • Cordões, ranchos e marchinhas
Todavia, as camadas populares não desistiram de suas práticas carnavalescas. No final do século XIX, buscando adaptarem-se às tentativas de disciplinamento policial, foram criados os cordões e ranchos. Os primeiros incluíam a utilização da estética das procissões religiosas com manifestações populares, como a capoeira e os zé-pereiras, tocadores de grandes bumbos. Os ranchos eram cortejos praticados principalmente pelas pessoas de origem rural.
Desenho de Angelo Agostini (1843-1910) mostrando o carnaval no Rio de Janeiro, publicado na Revista Ilustrada, em 1884.
Desenho de Angelo Agostini (1843-1910) mostrando o carnaval no Rio de Janeiro, publicado na Revista Ilustrada, em 1884
As marchinhas de carnaval surgiram também no século XIX, e o nome originário mais conhecido é o de Chiquinha Gonzaga, bem como sua música Abre-alas. O samba somente surgiria por volta da década de 1910, com a música Pelo Telefone, de Donga e Mauro de Almeida, tornando-se ao longo do tempo o legítimo representante musical do carnaval.
  • Afoxés, frevo e corsos
Na Bahia, os primeiros afoxés surgiram na virada do século XIX para o XX com o objetivo de relembrar as tradições culturais africanas. Os primeiros afoxés foram o Embaixada Africana e os Pândegos da África. Por volta do mesmo período, o frevo passou a ser praticado no Recife, e o maracatu ganhou as ruas de Olinda.
Ao longo do século XX, o carnaval popularizou-se ainda mais no Brasil e conheceu uma diversidade de formas de realização, tanto entre a classe dominante como entre as classes populares. Por volta da década de 1910, os corsos surgiram, com os carros conversíveis da elite carioca desfilando pela avenida Central, atual avenida Rio Branco. Tal prática durou até por volta da década de 1930.
  • Escolas de samba e Trio elétrico
Entre as classes populares, surgiram as escolas de samba na década de 1920. As primeiras escolas teriam sido a Deixa Falar, que daria origem à escola Estácio de Sá, e a Vai como Pode, futura Portela. As escolas de samba eram o desenvolvimento dos cordões e ranchos. A primeira disputa entre as escolas ocorreu em 1929.
As marchinhas conviveram em notoriedade com o samba a partir da década de 1930. Uma das mais famosas marchinhas foi Os cabelos da mulata, de Lamartine Babo e os Irmãos Valença. Essa década ficou conhecida como a era das marchinhas. Os desfiles das escolas de samba desenvolveram-se e foram obrigados a se enquadrar nas diretrizes do autoritarismo da Era Vargas. Os alvarás de funcionamento das escolas apareceram nessa década.
Em 1950, na cidade de Salvador, o trio elétrico surgiu após Dodô e Osmar utilizarem um antigo caminhão para colocar em sua caçamba instrumentos musicais por eles tocados e amplificados por alto-falante, desfilando pelas ruas da cidade. Eles fizeram um enorme sucesso. Todavia, o nome “trio elétrico” somente foi utilizado um ano depois, quando Temistócles Aragão foi convidado pelos dois.
O trio elétrico conheceria transformação em 1979, quando Morais Moreira adicionou o batuque dos afoxés à composição. Novo sucesso foi dado aos trios elétricos, que passaram a ser adotados em várias partes do Brasil.
Cena do carnaval em Olinda, Pernambuco.*
Cena do carnaval em Olinda, Pernambuco *
  • O Sambódromo carioca e os desfiles
As escolas de samba e o carnaval carioca passaram a se tornar uma importante atividade comercial a partir da década de 1960. Empresários do jogo do bicho e de outras atividades empresariais legais começaram a investir na tradição cultural. A Prefeitura do Rio de Janeiro passou a colocar arquibancadas na avenida Rio Branco e a cobrar ingresso para ver o desfile. Em São Paulo, também houve o desenvolvimento do desfile de escolas de samba a partir desse período.
Em 1984, foi criada no Rio de Janeiro a Passarela do Samba, ou Sambódromo, sob o mandato do ex-governador Leonel Brizola. Com um desenho arquitetônico realizado por Oscar Niemeyer, a edificação passou a ser um dos principais símbolos do carnaval brasileiro.
O carnaval, além de ser uma tradição cultural brasileira, passou a ser um lucrativo negócio do ramo turístico e do entretenimento. Milhões de turistas dirigem-se ao país na época de realização dessa festa, e bilhões de reais são movimentados na produção e consumo dessa mercadoria cultural.
* Crédito da imagem: Adam Gregor e Shutterstock.com

Por Me. Tales Pinto
Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:
PINTO, Tales dos Santos. "História do Carnaval no Brasil"; Brasil Escola. Disponível em . Acesso em 08 de fevereiro de 2017.
Brasil Escola

Exposição Caixa Art in Box 3ª - New York - 2016



ART IN BOX III
Trabalhos de pintura, colagem, tapeçaria em caixa e tela, apresentados no Art in Box III 
na galeria Ward Nasse, Soho - NY,  curadoria de Leda Maria. Projeto criado por Celso Norte, Maria Inês Saba e Alvaro Azzan em São Paulo - Brasil em 2015.










Pintura em tela 40 x 40, 2016.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

MINHAS PINTURAS




MINHAS PINTURAS EM ACRÍLICA E COLAGEM DO ANO DE 2015. UMA BREVE VISÃO. ACERVO DA ARTISTA PLÁSTICA ROSANGELA LUCENA.. 



"FERA"- ACRÍLICA SOBRE TELA.2015

"GESTOS"- ACRÍLICA SOBRE TELA.2015

"GESTOS" - ACRÍLICA SOBRE TELA.2015

"MINHA BAILARINA"- COLAGEM - 2015

PROJETO CAIXA ART IN BOX 2ª EDIÇÃO 2014


PARTICIPAÇÃO EM EXPOSIÇÃO 
PROJETO CAIXA ART IN BOX - 2ª EDIÇÃO VALINHOS  
ATELIER VIVAZ 
 ALVARO AZZAN








OBRIGADA AO ALVARO AZZAN POR ESTA GRANDE OPORTUNIDADE DE RETOMADA AO UNIVERSO ARTE.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Caleidoscópio - Acervo da artista Rosangela Lucena


Ola, amigos!! seguem algumas fotos do álbum " Caleidoscópio". 











Exposição Caixa Art in Box





CONVOCATÓRIA 

2ª EDIÇÃO DO PROJETO CAIXA - ART IN BOX - VALINHOS/SP 2015
Mostra Coletiva - Antiga Estação Ferroviaria do Municipio de Valinhos 

Museu de Valinhos "Fotógrafo Haroldo Ângelo Pazinatto"

Projeto Caixa - Art in Box - 2 º Edição - Valinhos - 2015
IMPORTANTE : ITEM 6º- A

1º Tema : "Faces" - trabalho executado em Caixa de Papelão

2º Técnica : Free : Pintura , Colagem , Fotografia , Silk , Gravura , Spray e outras

3º Dimensão : Máxima de 50 x 50 cm e Minima de ( mesma dimensão de uma caixa de fósforo )
4º Obra ( Caixa) enviada pelo Correio poderá ser enviada desmontada , que será remontada - Lembrando que vale as mesmas dimensões acima citadas

5º Endereço para a entrega e envio das Obras : Alvaro Azzan - Atelier Vivaz - Rua : Dr. Sampaio Ferraz nº 541 - Bairro: Cambui - CEP :13024-431 - Cidade : Campinas - Estado : São Paulo - Brasil

6º Data de inicio das entregas dia 6 de julho até o dia 30 de setembro de 2015

6º - A - SERÁ COBRADA UMA TAXA de participação no valor de R$ 20,00 ( Vinte Reais ) para despesas da logística - Conta para depósito , solicitar via e-mail : vivazatelier@hotmail.com

7º Todas as Obras ( Caixas ) serão expostas numa Mostra Coletiva - Antiga Estação Ferroviaria do Municipio de Valinhos - Museu de Valinhos "Fotógrafo Haroldo Ângelo Pazinatto" - em breve mais informações

8º As Obras ( Caixas ) após o término da Exposição formarão acervo do Projeto Caixa - Importante : Caso o Artista participante queira a Obra ( Caixa ) de volta ,o mesmo terá que enviar junto com a Obra uma carta escrita e assinada com o aviso do retorno e o Artista ser o responsável dos custos do retorno da Obra via Correio

9º Todas as Obras ( Caixas ) que forem entregues serão catalogadas e fotografadas logo na entrega e o Artista participante informado , posteriormente estará no Blog Oficial

10º As Obras ( Caixas ) não serão comercializadas , porém existindo interesse de compra , faremos o contato entre o Artista e o Comprador após a autorização do próprio artista , e não será cobrada nenhuma comissão ou taxa e não teremos responsabilidade e estaremos isentos de qualquer situação de compra e venda tanto da parte do artista quanto do comprador

11º Coordenadores e Responsáveis pelo Projeto Caixa - Art in Box :
Alexandre Armellini 
Alvaro Azzan
Ana Paula Bertoli
Celso Norte
Ione Hayashi
Maria Inês Saba
Paulo Ely


Nossos agradecimentos à:
Prefeitura de Valinhos
Secretario de Cultura de Valinhos - André Luis dos Reis
Diretor de Cultura - Fabricio Bizarri
Diretor de Cultura - Ana Massara
E a Todos da Estação Ferroviaria do Municipio de Valinhos - Museu de Valinhos "Fotógrafo Haroldo Ângelo Pazinatto" e Todos os demais Funcionários envolvidos

Artistas e Amigos esperamos por vocês !!!!!!!!! Artistas participem !!!!!!!!