PLACAS DE CERÂMICA DECORATIVAS COM FLORES MODELADAS A MÃO LIVRE. PEÇAS À VENDA. CONTATO; 11 998947192/ LUZ DA TERRA ATELIÊ- SP.
Luz da Terra
Ateliê Luz da Terra. By Rosangela Lucena.
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domingo, 22 de fevereiro de 2026
sexta-feira, 23 de abril de 2021
Cerâmicas Lucena
SOL E LUA
PLACA DE CERÂMICA EM MODELAGEM MANUAL COM BAIXO RELEVO E QUEIMA EM FORNO ELÉTRICO DE 1050°. AUTORIA : ROSANGELA LUCENA.
CAULES
OBRA DA SÉRIE CAULES FEITA EM MODELAGEM MANUAL DE PLACAS COM QUEIMA EM FORNO ELÉ TRICO DE 1050°. AUTORIA: ROSANGELA LUCENA.
segunda-feira, 24 de junho de 2019
EXPOSIÇÕES EM SÃO PAULO

– Memorial da América Latina: Exposição de artes plásticas Ver e Viver
Um projeto de arte sensorial inclusivo que levará seus visitantes a experimentar estímulos como o tato, olfato, audição e paladar, muito além da visão é a proposta da Exposição “Ver e Viver” do Memorial da América Latina.
A temática proposta é utilizar a força mobilizadora da arte para provocar uma reflexão sobre as deficiências, principalmente a visual. Para isso, todos os visitantes receberão uma venda descartável, e terão contato com obras que aguçam todos os sentidos.
A mostra pode ser visitada de quarta a domingo, das 10h às 22h, no Espaço Multiuso durante o período de 14 de junho a 14 de julho. Mais informações pelo site: www.memorial.org.br.
– Museu de Arte Sacra de São Paulo: “Cristo Rei – Cristo Redentor”
A exposição “Cristo Rei – Cristo Redentor”, do artista português José Jorge traz 12 pinturas, apresentadas em tinta acrílica e técnica mista sobre madeira, que exibem a figura geométrica, ícone mundial, cujo fascínio sempre habitara o inconsciente do artista e o imaginário coletivo da humanidade.
A nova mostra temporária na Sala MAS-Metrô Tiradentes vem com a intenção de que o espectador não permaneça na visão do simbolismo comum da cruz como objeto de dor, mas que resgate seu sentido essencial de vida, felicidade e esperança.
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Antes de irem ao MAS-SP, as obras já foram expostas em Portugal, no Cristo Redentor do Rio de Janeiro/RJ e na Basílica de Aparecida, no Estado de São Paulo.
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Antes de irem ao MAS-SP, as obras já foram expostas em Portugal, no Cristo Redentor do Rio de Janeiro/RJ e na Basílica de Aparecida, no Estado de São Paulo.
A mostra pode ser visitada de 16 de junho a 01 de setembro, de terça-feira a domingo, das 9 às 17h. Para mais informações basta acessar o site: www.museuartesacra.org.br.
– Pinacoteca de São Paulo: “A linha como direção”
A Pinacoteca de São Paulo apresenta a exposição “A linha como direção”, que ocupa o segundo andar da Pinacoteca Estação. Com curadoria do Núcleo de Pesquisa e Curadoria do museu, a mostra apresenta 12 esculturas e relevos, pertencentes ao acervo da Instituição, que tem em comum o fato de apoiarem-se no elemento geométrico da linha para criar sua espacialidade, retendo, de maneira direta ou indireta, alguns dos questionamentos propostos pelo construtivismo no início do século XX.
Os visitantes podem conferir de quarta a segunda, das 10h às 17h30 – com permanência até as 18h. http://pinacoteca.org.br/
– Museu Catavento: “Uma fina Camada”
O museu recebe de 29 de junho a 28 de julho a exposição imersiva “Uma fina Camada”. A mostra, que traz uma reflexão sobre a importância da preservação da atmosfera.
A exposição foi exibida a primeira vez em 2015 e foi sucesso de público. Para a edição de 2019 uma nova instalação traz duas tendas em formato geodésico, interligadas. Na primeira, será apresentada ao visitante uma exposição de oito telas com fotografias em movimento, produzidas por Mário Águas, que se relacionam com a temática da preservação ambiental.
Na segunda tenda, de 15m de diâmetro, será exibido um curta-metragem, com efeitos especiais de projeção espelhada panorâmica que envolve o espectador, simulando a atmosfera. As duas estruturas estão maiores: o auditório agora comporta até 60 pessoas sentadas e as telas de fotografias são de 50 polegadas.
A visitação acontecerá de terça a domingo, das 9h às 17h – 20 sessões por dia.
Mais informações: www.cataventocultural.org.br
Mais informações: www.cataventocultural.org.br
Sex, 21/06/2019 - 16h19 | Do Portal do Governo
quinta-feira, 5 de abril de 2018
Pinacoteca de São Paulo

A partir de 24 de março, a Pinacoteca de São Paulo recebe nada menos que quatro novas mostras - uma seleção de obras de arte colonial da Fundação Nemirovsky; um vídeo de Rosangela Rennó; um conjunto de trabalhos da artista Ana Dias Batista; e pinturas do paulista José Antônio da Silva.
Com curadoria assinada pela equipe da Pinacoteca, elas fazem parte de uma série de exposições que pretendem destacar obras específicas, pouco ou nunca antes mostradas, e aproximar ainda mais o público às coleções do museu.
As exposições ficam em cartaz até 6 de agosto, todas nas salas anexas às galerias da exposição de longa duração do segundo andar. Com ingressos entre R$ 3 e R$ 6, a visitação acontece de quarta a segunda, das 10h às 17h30. Aos sábados, a entrada é gratuita.
Por Redação Guia da Semana
terça-feira, 12 de dezembro de 2017
Cicatrizez Mentais - Obra de Rosangela Lucena, 2017
Muitas mulheres são e estão sendo violentadas neste exato momento, mundo afora. Meninas , mulheres , moças vitimas por simplesmente serem mulheres.
Mulheres, moças e meninas que desde a infância sofrem violência física, verbal, emocional por aqueles que deveriam zelar por elas. São tantas considerações a serem relatadas, analisadas...
Onde vamos parar?
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
CARNAVAL NO BRASIL
HISTÓRIA DO CARNAVAL NO BRASIL
Com raízes históricas no período colonial, o Carnaval tornou-se uma lucrativa atividade comercial no século XX.- Início da prática do carnaval no Brasil: o entrudo
A história do carnaval no Brasil iniciou-se no Período Colonial. Uma das primeiras manifestações carnavalescas foi o entrudo, uma festa de origem portuguesa que, na colônia, era praticada pelos escravos. Estes saíam pelas ruas com seus rostos pintados, jogando farinha e bolinhas de água de cheiro nas pessoas. Tais bolinhas nem sempre eram cheirosas. O entrudo era considerado ainda uma prática violenta e ofensiva, em razão dos ataques às pessoas, mas era bastante popular.
Isso pode explicar o fato de as famílias mais abastadas não comemorarem com os escravos, ficando em suas casas. Porém, nesse espaço, havia brincadeiras, e as jovens moças das famílias de reputação ficavam nas janelas jogando águas nos transeuntes.
Por volta de meados do século XIX, no Rio de Janeiro, a prática do entrudo passou a ser criminalizada, principalmente após uma campanha contra a manifestação popular veiculada pela imprensa. Enquanto o entrudo era reprimido nas ruas, a elite do Império criava os bailes de carnaval em clubes e teatros. No entrudo, não havia músicas, ao contrário dos bailes da capital imperial, onde eram tocadas principalmente as polcas.
A elite do Rio de Janeiro criaria ainda as sociedades, cuja primeira foi o Congresso das Sumidades Carnavalescas, que passou a desfilar nas ruas da cidade. Enquanto o entrudo era reprimido, a alta sociedade imperial tentava tomar as ruas.
- Cordões, ranchos e marchinhas
Todavia, as camadas populares não desistiram de suas práticas carnavalescas. No final do século XIX, buscando adaptarem-se às tentativas de disciplinamento policial, foram criados os cordões e ranchos. Os primeiros incluíam a utilização da estética das procissões religiosas com manifestações populares, como a capoeira e os zé-pereiras, tocadores de grandes bumbos. Os ranchos eram cortejos praticados principalmente pelas pessoas de origem rural.
Desenho de Angelo Agostini (1843-1910) mostrando o carnaval no Rio de Janeiro, publicado na Revista Ilustrada, em 1884
As marchinhas de carnaval surgiram também no século XIX, e o nome originário mais conhecido é o de Chiquinha Gonzaga, bem como sua música O Abre-alas. O samba somente surgiria por volta da década de 1910, com a música Pelo Telefone, de Donga e Mauro de Almeida, tornando-se ao longo do tempo o legítimo representante musical do carnaval.
- Afoxés, frevo e corsos
Na Bahia, os primeiros afoxés surgiram na virada do século XIX para o XX com o objetivo de relembrar as tradições culturais africanas. Os primeiros afoxés foram o Embaixada Africana e os Pândegos da África. Por volta do mesmo período, o frevo passou a ser praticado no Recife, e o maracatu ganhou as ruas de Olinda.
Ao longo do século XX, o carnaval popularizou-se ainda mais no Brasil e conheceu uma diversidade de formas de realização, tanto entre a classe dominante como entre as classes populares. Por volta da década de 1910, os corsos surgiram, com os carros conversíveis da elite carioca desfilando pela avenida Central, atual avenida Rio Branco. Tal prática durou até por volta da década de 1930.
- Escolas de samba e Trio elétrico
Entre as classes populares, surgiram as escolas de samba na década de 1920. As primeiras escolas teriam sido a Deixa Falar, que daria origem à escola Estácio de Sá, e a Vai como Pode, futura Portela. As escolas de samba eram o desenvolvimento dos cordões e ranchos. A primeira disputa entre as escolas ocorreu em 1929.
As marchinhas conviveram em notoriedade com o samba a partir da década de 1930. Uma das mais famosas marchinhas foi Os cabelos da mulata, de Lamartine Babo e os Irmãos Valença. Essa década ficou conhecida como a era das marchinhas. Os desfiles das escolas de samba desenvolveram-se e foram obrigados a se enquadrar nas diretrizes do autoritarismo da Era Vargas. Os alvarás de funcionamento das escolas apareceram nessa década.
Em 1950, na cidade de Salvador, o trio elétrico surgiu após Dodô e Osmar utilizarem um antigo caminhão para colocar em sua caçamba instrumentos musicais por eles tocados e amplificados por alto-falante, desfilando pelas ruas da cidade. Eles fizeram um enorme sucesso. Todavia, o nome “trio elétrico” somente foi utilizado um ano depois, quando Temistócles Aragão foi convidado pelos dois.
O trio elétrico conheceria transformação em 1979, quando Morais Moreira adicionou o batuque dos afoxés à composição. Novo sucesso foi dado aos trios elétricos, que passaram a ser adotados em várias partes do Brasil.
Cena do carnaval em Olinda, Pernambuco *
- O Sambódromo carioca e os desfiles
As escolas de samba e o carnaval carioca passaram a se tornar uma importante atividade comercial a partir da década de 1960. Empresários do jogo do bicho e de outras atividades empresariais legais começaram a investir na tradição cultural. A Prefeitura do Rio de Janeiro passou a colocar arquibancadas na avenida Rio Branco e a cobrar ingresso para ver o desfile. Em São Paulo, também houve o desenvolvimento do desfile de escolas de samba a partir desse período.
Em 1984, foi criada no Rio de Janeiro a Passarela do Samba, ou Sambódromo, sob o mandato do ex-governador Leonel Brizola. Com um desenho arquitetônico realizado por Oscar Niemeyer, a edificação passou a ser um dos principais símbolos do carnaval brasileiro.
O carnaval, além de ser uma tradição cultural brasileira, passou a ser um lucrativo negócio do ramo turístico e do entretenimento. Milhões de turistas dirigem-se ao país na época de realização dessa festa, e bilhões de reais são movimentados na produção e consumo dessa mercadoria cultural.
* Crédito da imagem: Adam Gregor e Shutterstock.com
Por Me. Tales Pinto
Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:
PINTO, Tales dos Santos. "História do Carnaval no Brasil"; Brasil Escola. Disponível em . Acesso em 08 de fevereiro de 2017.
FANTASIAS EM BAIXA
Com aluguel de fantasias em baixa, comerciantes apostam em acessórios
Do G1 PI
Aluguel de fantasias tem baixa procura para carnaval 2017.
Comerciantes já falam em perdas de 20% se comparado com ano passado.
Lojas de aluguel de fantasias em Teresina já estão com estoques prontos para o Corso e Carnaval. Apesar dos preparativos, a procura pelas fantasias tem sido baixa e os comerciantes apostam na venda de acessórios para alavancar os empreendimentos.
Aureni Oliveira é proprietária de duas lojas no centro da capital. Em uma são comercializadas fantasias completas e na outra acessórios que podem ser usados na composição de uma fantasia. Para a empresária, o movimento das lojas melhorou um pouco nos últimos dias. No entanto, a procura continua abaixo do esperado para o período.
Aureni Oliveira é proprietária de duas lojas no centro da capital. Em uma são comercializadas fantasias completas e na outra acessórios que podem ser usados na composição de uma fantasia. Para a empresária, o movimento das lojas melhorou um pouco nos últimos dias. No entanto, a procura continua abaixo do esperado para o período.
“Em 2016, as vendas e aluguel foram bons mesmo com a crise. O aluguel de fantasia já caiu 20% se comparado com mesmo período do ano passado. As pessoas estão preferindo comprar os acessórios a alugar uma peça completa”, lamentou.
Os comerciantes estão esperançosos e confiantes de que na véspera do Corso o número de aluguel de fantasias irá aumentar.
Os comerciantes estão esperançosos e confiantes de que na véspera do Corso o número de aluguel de fantasias irá aumentar.
aumentar vendas (Foto: João Cunha/G1)
Carlos Edson é outro empresário do ramo e afirma que as vendas já deveriam ter crescimento. Agora, ela aposta nas fantasias para matines infantis.
“Se não aumentar com Corso, acreditamos que com as festas infantis e matines conseguiremos aumentar nosso faturamento, pois por enquanto, só as máscaras, buzinas estão entre os itens mais adquiridos pelos foliões", destacou o empresário que também trabalha no centro de Teresina.
“Se não aumentar com Corso, acreditamos que com as festas infantis e matines conseguiremos aumentar nosso faturamento, pois por enquanto, só as máscaras, buzinas estão entre os itens mais adquiridos pelos foliões", destacou o empresário que também trabalha no centro de Teresina.
Entre os clientes o clima é de contenção de despesas diante o cenário adverso da economia, que se prolonga desde 2016. A economia é realizada principalmente na substituição do aluguel ou compra da fantasia completa pela compra de acessórios para compor a própria fantasia.
A vendedora Francisca Alves estava em uma das lojas e comentou que vai investir o pouco dinheiro na aquisição dos acessórios. Já a estudante Daiane Micaela esteve em uma das lojas garantindo sua fantasia. “Sempre usava apenas um acessório no Corso e neste ano aluguei uma fantasia para curtir a festa em grande estilo”, afirmou.
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
MINHAS PINTURAS
MINHAS PINTURAS EM ACRÍLICA E COLAGEM DO ANO DE 2015. UMA BREVE VISÃO. ACERVO DA ARTISTA PLÁSTICA ROSANGELA LUCENA..
"FERA"- ACRÍLICA SOBRE TELA.2015
"GESTOS"- ACRÍLICA SOBRE TELA.2015
"GESTOS" - ACRÍLICA SOBRE TELA.2015
"MINHA BAILARINA"- COLAGEM - 2015
PROJETO CAIXA ART IN BOX 2ª EDIÇÃO 2014
PARTICIPAÇÃO EM EXPOSIÇÃO
PROJETO CAIXA ART IN BOX - 2ª EDIÇÃO VALINHOS
ATELIER VIVAZ
ALVARO AZZAN
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Exposição Caixa Art in Box

CONVOCATÓRIA
2ª EDIÇÃO DO PROJETO CAIXA - ART IN BOX - VALINHOS/SP 2015
Mostra Coletiva - Antiga Estação Ferroviaria do Municipio de Valinhos
Museu de Valinhos "Fotógrafo Haroldo Ângelo Pazinatto"
Projeto Caixa - Art in Box - 2 º Edição - Valinhos - 2015
IMPORTANTE : ITEM 6º- A
1º Tema : "Faces" - trabalho executado em Caixa de Papelão
2º Técnica : Free : Pintura , Colagem , Fotografia , Silk , Gravura , Spray e outras
3º Dimensão : Máxima de 50 x 50 cm e Minima de ( mesma dimensão de uma caixa de fósforo )4º Obra ( Caixa) enviada pelo Correio poderá ser enviada desmontada , que será remontada - Lembrando que vale as mesmas dimensões acima citadas
5º Endereço para a entrega e envio das Obras : Alvaro Azzan - Atelier Vivaz - Rua : Dr. Sampaio Ferraz nº 541 - Bairro: Cambui - CEP :13024-431 - Cidade : Campinas - Estado : São Paulo - Brasil
6º Data de inicio das entregas dia 6 de julho até o dia 30 de setembro de 2015
6º - A - SERÁ COBRADA UMA TAXA de participação no valor de R$ 20,00 ( Vinte Reais ) para despesas da logística - Conta para depósito , solicitar via e-mail : vivazatelier@hotmail.com
7º Todas as Obras ( Caixas ) serão expostas numa Mostra Coletiva - Antiga Estação Ferroviaria do Municipio de Valinhos - Museu de Valinhos "Fotógrafo Haroldo Ângelo Pazinatto" - em breve mais informações
8º As Obras ( Caixas ) após o término da Exposição formarão acervo do Projeto Caixa - Importante : Caso o Artista participante queira a Obra ( Caixa ) de volta ,o mesmo terá que enviar junto com a Obra uma carta escrita e assinada com o aviso do retorno e o Artista ser o responsável dos custos do retorno da Obra via Correio
9º Todas as Obras ( Caixas ) que forem entregues serão catalogadas e fotografadas logo na entrega e o Artista participante informado , posteriormente estará no Blog Oficial
10º As Obras ( Caixas ) não serão comercializadas , porém existindo interesse de compra , faremos o contato entre o Artista e o Comprador após a autorização do próprio artista , e não será cobrada nenhuma comissão ou taxa e não teremos responsabilidade e estaremos isentos de qualquer situação de compra e venda tanto da parte do artista quanto do comprador
11º Coordenadores e Responsáveis pelo Projeto Caixa - Art in Box :Alexandre Armellini
Alvaro Azzan
Ana Paula Bertoli
Celso Norte
Ione Hayashi
Maria Inês Saba
Paulo Ely
Nossos agradecimentos à:
Prefeitura de Valinhos
Secretario de Cultura de Valinhos - André Luis dos Reis
Diretor de Cultura - Fabricio Bizarri
Diretor de Cultura - Ana Massara
E a Todos da Estação Ferroviaria do Municipio de Valinhos - Museu de Valinhos "Fotógrafo Haroldo Ângelo Pazinatto" e Todos os demais Funcionários envolvidos
Artistas e Amigos esperamos por vocês !!!!!!!!! Artistas participem !!!!!!!!
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